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Por Fábio Vanzo & Renata Getz
“Eu preguei / Revoluções / E coloquei / Nas canções // Toda a raiva / E a frustração / De quem rasgam / O coração // E por quê? / Por quê? / Pra quê? / Eu já não sei.” (Paulo Ricardo – Canções, Revoluções)
A Rádio Alpha FM e o Shopping Metrô Tatuapé promoveram, na segunda-feira última, o show do interminável Paulo Ricardo. Sim, mesmo sendo fãs dele, às vezes é duro admitir que ele ‘tá sempre na crista da onda, sem se preocupar muito artisticamente com a obra, e mais interessado no que lhe pode render mais dividendos. Mas vamos lá. Diante de um público ensandecido, composto por pessoas de todas as idades, e que lotou todas as dependências do shopping, PR subiu ao palco com 45 minutos de atraso – essa mania brasileira de atrasar show é irritante – e levou o público ao delírio, visitando sua obra com o RPM (os hits básicos e a surpreendente e maravilhosa Juvenília) e um pouco de sua carreira romântica, passando por covers de U2, Beatles, Stones e claro, canções do seu mais recente trabalho, Prisma, e a música inédita, Linda Demais (bem legal, aliás) que pode ser baixada no site do cantor. Que PR é um showman, ninguém pode negar. Mesmo depois de 25 anos do estrondoso sucesso que fez com o RPM, ele não perdeu o sex appeal – e sabe muito bem usá-lo –, tem um domínio de palco comparável ao de Bruno Gouveia e talvez só superado por Lulu Santos, toca direitinho, continua com uma linda voz e tem à disposição um repertório que nós daríamos um dedo cada para ter composto. A banda é afiadíssima, com a mistura de rapazes mais novos e o também interminável Paulo PA Pagni nas baquetas, o som estava bem equalizado, os arranjos de bom gosto (as tecladeiras oitentistas foram atualizadas, mas sem perderem a cara), mas… o PR precisa se dar conta da idade. É tudo muito clichê: a barba cuidadosamente por fazer, os cabelos milimetricamente desgrenhados, o ir-tirando-a-roupa durante o show, os olhares lascivos, enfim, tudo que fazia sentido quando ele tinha 20 anos, e não agora, quando ele é um quarentão. Sem falar que o bis foi extremamente constrangedor, com ele vestido de jaqueta e boina à guerrilheiro cubano falando em “revolução” antes de tocar você-sabe-qual-música. PR é talentosíssimo, não precisa desses artifícios baratos para brilhar; alguém devia avisá-lo disso.
“Quis o mundo uma vez / Quis / Ah, eu tive o que quis / Você / Dinheiro, papéis / E agora / Foram-se os anéis” (Paulo Ricardo & Fernando Deluqui – A Um Passo Da Eternidade)
por Renata Getz
Foi com as palavras do título desse post – que, aliás, também dá título ao livro que uma amiga querida escreveu com suas amigas sobre suas aventuras titânicas (e que, infelizmente, não está disponível para venda) – que presenciei a exibição do documentário feito por Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves: Titãs – A Vida Até Parece Uma Festa.
Não há muito o que falar diante da exibição de uma hora e meia da trajetória dessa que é a maior – e melhor – banda tupiniquim de todos os tempos. Dos bastidores às apresentações fabulosas, tudo foi registrado pela câmera VHS de Branco Mello desde os primórdios (lá pelos idos de 1980) até hoje em dia. O roteiro contou também com imagens de arquivo da banda em participações em programas de auditório, como Hebe, Bolinha, Programa Silvio Santos (citado na música “Domingo”, do CD homônimo de 1995) e uma apresentação hilária no quadro “Sonho Maluco” do extinto programa “Domingo Legal”, no qual os rapazes salvam uma moça (a sonhadora em questão) das garras de uma aranha. Cenas de shows no underground paulistano e apresentações históricas no festival de Montreux, Rock in Rio e durante a abertura do show dos Rolling Stones em Copacabana dividem espaço com viagens, passeios, cenas de estúdio e momentos família.
Há momentos em que a ficha cai e a vida não parece uma festa: a morte de Marcelo Fromer e as saídas de Arnaldo Antunes e Nando Reis, que fizeram com que a banda perdesse um pouco o rebolado, foram retratadas com uma sutileza de doer. Mas sobreviver ao tempo, levantar-sacudir-a-poeira-e-dar-a-volta-por-cima, sempre com muita alegria e dignidade foram as melhores lições que tirei dali.
Se os Titãs fizeram ou ainda fazem parte da sua vida, vá conferir [a partir de 16 de janeiro], pois certamente você irá se divertir muito na festa.
por Regiane
O evento que a ”Oi”, empresa de telefonia celular (e alguns outros serviços), organizou foi uma super festa para comemorar sua ‘chegada’ ao Estado de São Paulo. Foram vários shows simultâneos em diversas cidades, entre elas Ribeirão Preto, Campinas, Guaruja e Bauru e na cidade de São Paulo no Parque do Carmo, e Parque da Independência, sendo esse último, o lugar que escolhi para conferir os shows que aconteceriam: banda Curumim, a Pitty (vide post anterior by Renata) e o real e único motivo de eu ter ido, minha banda de coração: Titãs. É sobre o show deles que eu vou falar nesse texto.
Sabendo o público que estaria nesse show, fui um pouco mais cedo, cheguei 12:20 mais ou menos, passei por uma estúpida revista policial (o maior ponto negativo do evento) e foi realmente absurdo o ‘cuidado’ da “Oi” com os pertences que fomos obrigados a deixar na entrada, onde tivemos que jogar tudo num baldão de plástico (daqueles de roupa suja, saca?), sem identificação alguma….No fim, pra ver tudo no chão espalhado no meio de um monte de lixo! Eu sinceramente fui embora sem procurar nada (pq já não tinha nada, pra falar a verdade, roubaram um monte de coisas que foram deixadas aos cuidados da empresa em questão), achei uma falta de respeito imensa com quem foi, mas, acho que isso ainda rende um mail pra Oi bem mal educado e não um post aqui! Vergonhoso!
Voltando as vias de fato, cheguei e como todo show dos Titãs, procurei por um espaço junto a grade, por não ter uma estatura fisica que colabore muito, mas, vi que essa já estava quase toda tomada por fãs da Pitty (sim, chegaram as 5 da manhã lá), então, me contentei com a lateral (na grade, ainda bem), o que não afetou muito a visão do palco.
Minha espera foi longa, ainda mais por conta dos shows que antecederam, enfim, eis que chega a vez deles. O show começou antes do previsto, marcado para as 17:30, teve inicio por volta de 16:40 e teve um pouco mais de 01:10 de duração.
Uma troca de ‘gentilezas’ e “conversas paralelas” entre banda e “fãs” se deu durante o show todo, muito mais do que eu estou acostumada a ter, ainda mais em um evento daquele porte, com sei lá quantas mil pessoas, o que me deixou surpresa e feliz por poder receber aquele tipo de carinho de uma banda que eu gosto tanto.
O show em si? Vários sucessos e uma música inesperada, fiquei feliz de ouvi-la, ainda mais num evento como esse: “Mentiras“. Um avalanche de outros sucessos, uns que eu sinceramente já teria deletado da set list há algum tempo, como “Enquanto houver Sol“, “Marvin” e “Pra dizer Adeus“, outras que sempre são bem-vindas como uma das melhores baladas dos rapazes,”Go Back“, a crazy “32 Dentes” e as clássicas “Cabeça Dinosauro” e “Polícia“….
Nas últimas 3 ou 4 músicas eles tocaram com a Pitty, no bis tb, entre as músicas tocadas estavam “Comida“, “Lugar Nenhum” e “Homem Primata“.
Final de show e a mesma sensação que eu tive no meu primeiro show deles: felicidade sem tamanho.
Sou um tanto suspeita pra falar de Titãs, assim como sou pra falar de uma outra banda, aquela acima do bem e do mal (The Beatles, claro!), mas, quem tem uma banda de coração deve entender o que eu quero dizer, quando eu digo que a banda pode estar do jeito que for, na pior fase e na melhor fase, mas, sempre, vai contar com o seu apoio, mesmo você discordando, reclamando (fã de verdade não fala amém pra tudo, não é mesmo?!). Reconheço que Titãs é uma banda com alguns trabalhos um tanto condenáveis, principalmente pra quem é fã xiita de “Tudo ao mesmo tempo Agora“, “Jesus não tem dentes...” e “Õ Blesq Blõm“, sabe o que eu quero dizer, mas, a prova que você gostar de verdade, é você passar a entender certas atitudes, o amadurecimento, passa a entender que não são mais os rapazes de “Titanomaquia”, agora, são senhores, com filhos e até netos (simm, netos!), são rapazes ainda, mas, de “Volume 2″ (e acho esse álbum incrível, diga-se de passagem). A questão é se você é fã de um trabalho, de uma banda, seja ela qual for, você passa a ter algo fundamental, aliás, na vida como um todo: RESPEITO pela identidade de cada obra feita. Isso eu não tenho dúvida que aprendi a ter, com relação a eles, aprendi a fazer a combinação perfeita: Amor, respeito e diversão!
Vou terminar meu post babão (ahuahua), por hora, mas, semana que vem têm mais posts dos Titãs por aqui falando de palestra literária e filme. Aguardem relatos!
Serviço:
Site Oficial:
www.titas.net
Por Renata Getz
Domingo, 19 de outubro. Mesmo com dia frio, nublado e uma garoinha chata, o Parque da Independência, em São Paulo, esteve completamente lotado para festejar o “Grito de Independência” da operadora de telefonia celular Oi, que levou até ali Pitty e Titãs.
Pitty subiu ao palco exatamente às 15 horas. Na apresentação, que durou uma hora, foram acompanhadas pela platéia-adolescente-apaixonada, Anacrônico, Memórias (Ando Meio Desligado), Deus lhe Pague, Déjà Vu, Brinquedo Torto, Ignorin´u, Admirável Chip Novo, Semana que Vem, Na sua Estante, Malditos Cromossomos, Easy – cantada pelo guitarrista Martin Mendonça – Equalize, Pulsos e Máscara (Creep).
Em seguida foi a vez dos Titãs… Mas isso é assunto para outro post, ok Re(giane)?
Ao final da apresentação-apoteótica-titãnica (sim, estávamos com as almas lavadíssimas!), Pitty voltou ao palco para cantar com os Titãs mais alguns sucessos do grupo: Lugar Nenhum, Homem Primata, Diversão, Enquanto Houver Sol, Comida e Marvin.
Se não houve sol, diversão não faltou. Seria perfeito se não houvesse alguns contratempos na entrada, quando tivemos – por livre e espontânea pressão – que nos desfazer de nossos “pertences”. Mas mesmo assim, a vida é uma festa.
por Rapha
Livraria Cultura do Conjunto Nacional foi o local escolhido para o lançamento do livro “Meu Pequeno Corintiano” de Serginho Groisman com ilustrações de Carlinhos Müller. Mais um livro da Serie “Meu time do Coração” lançado pela editora Belas Letras
No livro Serginho mescla os principais fatos da historia do clube com experiências vividas pelo próprio Serginho e as ilustrações que o Carlinhos fez ajudam e muito ao pequeno leitor-torcedor a conhecer um pouco do seu time de coração.
A festa de lançamento contou com a presença de vários Corintianos ilustres como os ex-jogadores Zé Maria, Wladimir, Basílio, Biro-Biro, Ronaldo, o publicitário Washington Olivetto, a rainha do basquete Hortência, o dramaturgo Cacá Rosset, o ator Dan Stulbach e o Diretor de Marketing do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, o Presidente do Conselho de Orientação (CORI) Antonio Roque Citadini e o escritor Marcelo Rubens Paiva com quem Serginho está escrevendo o roteiro do Filme: “Fiel”. que está previsto pra ser lançado no ano que vem.
Mais fotos da festa de lançamento do livro “Meu Pequeno Corintiano” estão no flickr
http://www.flickr.com/photos/_rapha_/
P.S. Um grande abraço ao Senna e ao Calil do Panico da rádio Jovem Pan, valeu pela força!
Por Fábio Vanzo
Eu estava certo sobre o Skank: na minha resenha sobre o Estandarte, havia dito que parecia que o Fab Four de BH havia entrado sem nenhuma música pronta no estúdio, feito umas jams e deixado o material pro Dudu Marote dar um formato de canções, adicionando aqueles timbres costumeiramente chatos dele. Pois eu estava certíssimo: deu na Rolling Stone deste mês (Gilberto Gil na capa) que, pela primeira vez, eles entraram pra gravar sem nenhuma música pronta, fizeram tudo por lá e o Dudu “deu a liga” no material.
” Parece que eles chegaram sem nada pronto e entregaram uma demo – feita lá no estúdio do Dudu mesmo –, que produziu tudo à revelia, como Phil Spector em Let It Be.” (A Doze Mãos, 7/10)
“Pela primeira vez em quinze anos, o quarteto mineiro entrou em estúdio sem levar um material preparado previamente” (Rolling Stone, 15/10)
Informações de primeiríssima mão, só aqui no A Doze Mãos.
por Renata Getz
Sexta-feira, 17 de outubro, foi o dia da estréia nos palcos da dupla Pouca Vogal, composta por Duca Leindecker e Humberto Gessinger, que aconteceu no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre.
O show foi incrivelmente bom. Além das canções disponibilizadas em seu site oficial (www.poucavogal.com.br), a dupla reinventou sucessos do Cidadão Quem e do Engenheiros do Hawaii diante de um público – que não lotou a casa – mas que acompanhou cada acorde com entusiasmo e emoção. E, sim, os fãs do CQ eram maioria.
A dupla soa muitíssimo bem junta. Destaque para Toda Forma de Poder, que surpreendeu com o violão percussivo de Duca, e a introdução de teclado de Pra Ser Sincero, por Humberto, emendada em Ao Fim de Tudo, por Duca.
O cenário estava lindíssimo. A iluminação, impecável. Embora tenham ocorrido alguns percalços com o volume da guitarra de Duca, a noite foi basicamente perfeita. Como diz uma das músicas: “pra quem gosta de nós, é um prato cheio”.
por Regiane
E agora a história é no Hospital Seattle Grace, onde jovens internos do programa cirúrgico mais rígido de Harvard passam a maior parte de suas vidas, entre ambições diferentes, caminhos paralelos, distintos ou semelhantes, traumas, suturas, cirurgias e filosofias das mais variadas linhas, a luta para se tornarem médicos cirurgiões, sem esquecerem o lado humano que possuem. Uma das séries de maior sucesso nos EUA, Grey’s Anatomy, que está atualmente em sua quinta temporada.
A personagem principal, Meredith Grey (Ellen Pompeo), filha de uma renomada cirurgiã do HSG, Ellis Grey (Kate Burton), afastada de suas funções por apresentar indícios de Alzeimer, encara a doença da mãe, a ausência do pai, Tatcher Grey (Jeff Perry), um amor nada platônico por tequila, conflitos internos, a convivência com seus amigos internos Cristina (Sandra Oh), Izzie (Katherine Heigl), Alex ((Justin Chambers) e George (T.R. Knight) e ainda, se vê envolvida sentimentamente por um de seus chefes residentes, Derek Shepered (Patrick Dempsey), o que podia lhe trazer muito mais prazer e felicidade se não fosse o simples fato dele também possuír um passado que não é tão distante quanto parece… E ainda tantas outras pessoas que convive, chefes e uma vida cheia de altos e baixos.
Esse é só um resumo de um inicio de seriado, que na verdade, já acumula muito mais informações, acontecimentos e a cada episódio mostra que a vida não é só preto no branco, possui tons de cinza que se moldam de acordo com as nossas escolhas (ou a falta delas).
Um seriado que me prende em frente a TV (ou ao PC), há pelo menos 2 anos e pelo jeito, serei seguidora por muito tempo ainda, por toda a identificação com muitas situações, pensamentos, filosofias, e cumplicidade além da medicina.
E o que será feito de Meredith Grey, seus amigos, seu amor e sua família? O que será feito de cada vida que passará pelas mãos dos doutores do HSG? É uma resposta que só assistindo Grey’s Anatomy pra descobrir, a cada novo episódio.
Grey’s Anatomy está em sua 5ª temporada, pela ABC (EUA), temporada essa que estréia no Brasil em Fevereiro de 2009, pelo canal a cabo Sony Entertainment.
por Roberta Lopes
John Carter. Gregory House. Derek Sheperd. Carol Hathaway. Cameron. Meredith Grey. Erik Foreman. Greene. Cuddy. Cristina Young. Benton. Preston Burke. Wilson. Estes e tantos outros são todos médicos exemplares, aos quais confiaria minha vida sem pensar duas vezes. Pena que são todos personagens dos seriados que mais têm frequentado meu DVD.
E.R. (ou Plantão Médico, como quiserem). House. Grey’s Anatomy. Três seriados em que pelo menos 90% da história (em alguns mais, em outros menos) se desenrola entre as paredes de um hospital, seja ele um pronto socorro, um sofisticado consultório ou um centro cirúrgico.
O fato é que sem saber direito o porquê as histórias médicas têm me entretido um tanto. Cada um tem seu jeito e intensidade de abordar o assunto mas não me peça pra escolher qual o preferido.
E.R.
O mais antigo deles; conheci ainda quando passava no final da noite da Globo. Assistia contra a vontade da minha mãe, afinal era violento demais ver “tanto sangue” pra uma menina que enfrentava o ginásio cedo na manhã seguinte.
Criado por Michael Crichton, o seriado teve seu primeiro episódio exibido em setembro de 1994. No enredo um pronto socorro comum, com instalações simples e por muitas vezes superlotações.
Médicos residentes, enfermeiras, estudantes de medicina e chefões quase nunca presentes mostram um pouco de suas vidas entre o atendimento de pacientes que chegam ao serviço de emergência com problemas que vão desde uma simples infecção de garganta até uma perna amputada.
Entre os atores o mais conhecido é George Clooney, o pediatra e “papa-enfermeiras” Doug Ross. No entanto existem vários outros tão ou mais competentes como o Dr. Greene interpretado por Anthony Edwards e Juliana Margulies que dá vida à enfermeira Carol Hathaway.
O seriado nunca teve sua exibição interrompida pela Warner ao longo de tantos anos e chega agora a 15ª temporada com estréia já anunciada para setembro deste ano nos Estados Unidos.
No último capítulo o plano é reunir todos os grandes personagens que passaram pelo E.R durante todas as temporadas. Todos os atores já aceitaram o convite, com exceção de George Clooney.
House
Dez anos depois de Plantão Médico, David Shore lançou a série médica House, M.D. pela Fox. Aqui, o foco é o médico arrogante e irônico que dá nome ao seriado interpretado pelo notável Hugh Laurie, Dr. Gregory House. Um especialista em diagnósticos que com ajuda de sua equipe consegue desvendar os casos mais intrigantes que a medicina já teve.
O hospital de House é luxuoso, a fotografia é bonita demais e as roupas dos personagens são sempre tão limpas que se não fosse pelos pacientes e pelo quadro em que House escreve todos os sintomas apresentados não seria difícil de que o espectador esquecesse de se tratar de um seriado médico.
Mas afinal estamos no século XXI e o cinema abusa de todos artifícios de que possui agora não é mesmo?
No entanto tudo isso não faz a série ser menos interessante. Talvez seja só menos verdadeira. Mas acompanhado de sua bengala e de seu sarcasmo inseparáveis House conquista qualquer um que assista ao menos um dos episódios.
Junto com ele, Cameron, Chase e Foreman mostram a importância de um diagnóstico bem feito e de levar em conta todas as circunstâncias possíveis para aquela determinada doença ter se manifestado.
Além deles no enredo há espaço também para o Dr. Wilson e a Dra. Cuddy. O primeiro é o médico sensato da história, o amigo que tira House das enrascadas. A segunda é a diretora do hospital frustrada que nunca consegue conter os impulsos do protagonista.
Atualmente a série tem sua quinta temporada exibida nos Estados Unidos e a quarta aqui no Brasil todas às quintas na Universal.
Arrisco dizer que o grande sucesso da série seja “culpa” de Hugh Laurie, afinal alguém aí é capaz de dizer que ele não é um baita ator? E se eu disser que ele é o pai do Stuart Little?? Pois é, também desacreditei.
Grey’s Anatomy
Ah eu até ía começar escrever… Mas esse acho que vou deixar pra outra pessoa que participa deste blog continuar sabe. Ela gosta e entende muito mais do que eu…
E aí Rê(giane), aceita a deixa??









